Na manhã de sábado, 1º de agosto, Yoel Ben David olhou pela janela do Café Basimta, a cafeteria que administra no centro de Jerusalém, e viu cerca de 30 judeus ultraortodoxos protestando do lado de fora. Contra manifestantes chegaram por volta das 10h, horário de abertura do café, seguidos por policiais que faziam a segurança do estabelecimento. Lá dentro, os clientes tomavam cafés com leite e comiam croissants.
A questão central é o funcionamento do café no Shabat, o que muitos judeus ultraortodoxos, também conhecidos como judeus Haredi, acreditam violar o Quarto Mandamento. Embora outros hotéis e restaurantes da região também permaneçam abertos aos sábados, o Café Basimta, administrado pela organização Judeus para Jesus, é um dos poucos cafés que o fazem.
Os protestos são o exemplo mais recente de um padrão já existente em Jerusalém, onde alguns judeus ultraortodoxos usam táticas de pressão, manifestações e, ocasionalmente, vandalismo para persuadir empresas — e até estacionamentos — a fecharem aos sábados.
FONTE: christianitytoday - Jill Nelson - REPOSTAGEM: RÁDIO UNIDADE DIGITAL E DIGITAL DA VOZ PRODUTORA.
